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terça-feira, 18 de junho de 2013

Gatos Adoram Caixa de Papelão, O Gato WinRAR

        Se há algo que os felinos acham irresistível é uma caixa de papelão. Quem já teve ou tem gatos e gatas sabe bem dessa verdadeira paixão internacional que eles têm por caixas de papelão. Digo internacional, porque essa foto é de outro país, claro, e o gato usou toda sua flexibilidade para caber dentro dela. Quando chegamos com uma caixa de papelão em casa, eles logo vão examinar, entrar dentro, mexem nas abas com as patas, dão uma arranhada dentro, para relaxar, tirar as camadas soltas das unhas (parecem que estão afiando as unhas) e deixar seu cheiro na caixa.  O mais incrível, não importa o tamanho da caixa, eles vão tentar entrar nela. Eu tinha uma gata que tentou entrar numa caixa bem pequena, quando viu que era impossível, ficou com as duas patas dianteiras dentro da caixa e o corpo para fora.  Esse gato ou gata da caixa está tirando a maior soneca, feliz da vida. Quando não estão tirando o maior cochilo dentro da caixa, eles ficam sentados dentro dela, observando, sentem-se muito felizes com uma caixa de papelão.  Nem adianta esquecer e colocar a caixa em cima do armário, eles vão subir lá para inspecionar esse objeto tão importante para eles, a caixa de papelão. O gato lembrou o programa compactador e descompactador de arquivos, o WinRAR, assim que ele acordar da soneca vai se descompactar, extrair para cat.rar. Os gatos são os mestres de Yoga da natureza, são flexíveis, também lembram um lutador de Kung Fu, extremamente ágeis, nesse caso seria estilo tigre, também têm uma paciência de monge, são capazes se ficar horas esperando, quando percebem movimento de algum animal estranho. São perfeitos equilibristas, andando pelos muros mais finos. Os gatos vêm com um sistema autolimpante, passam grande parte do tempo se limpando, tomando banho de gato, com a própria língua. Eu sempre tive animais de estimação, cães, gatos e eles têm, cada um a seu modo, seu jeito particular de demonstrar o afeto pelos donos.  Eles nos animam quando estamos tristes, percebem que não estamos bem e nos confortam. A presença deles nos faz bem, dão-nos amor incondicional. Faz um tempo, li um artigo dizendo que os animais de estimação fazem bem ao coração dos donos. Para quem tem animal de estimação isso não é nenhuma novidade.

domingo, 16 de junho de 2013

A Internet Voltou!

        A internet caiu. A internet ainda não voltou. Eu caí de um sala de bate papo etc. São expressões que, em geral, significam que nosso computador, tablet, ultrabook, dispositivo móvel de última geração, estão sem conexão com a internet.  A internet não vai embora, nem cai. O que pode haver são problemas com o servidor, provedor de acesso,  problemas técnicos regionais ou na área que a usamos.  Há um tempo, vi uma definição que achei bem interessante, era algo como: “A internet é a primeira máquina criada pelo ser humano que não pode ser desligada”.  Realmente, sendo descentralizada, tal como foi concebida, quando ainda se chamava ARPAnet, em 1969, a bisavó da internet foi criada pelo departamento de defesa dos Estados Unidos para se manter um meio de comunicação ou canal de comunicação funcional, pelo menos tentar, depois de um possível ataque nuclear soviético. O estereótipo do senhor sentando no banco da praça alimentando os pombos ou jogando dominó não condiz mais com realidade. O número de internautas de todas as faixas etárias só vem aumentando.  As crianças de hoje já nascem com um tablet na mão, só de pois de um tempo vão aprender segurar uma lápis de cor ou canetinhas coloridas. A percepção do senhor da praça só é tal como é, porque ele mesmo não está na internet, caso contrário, ele não estaria ali para perceber que o parque voltou a ser bastante frequentado. O moleque que correu até a o parque para dar a notícia que a internet tinha voltando, mesmo sabendo onde o parque ficava, preferiu ficar em casa esperando a internet voltar. Embora a tirinha seja tragicômica, ela lança um questão: como conciliar nossa dependência profissional e de lazer ao usar a internet com o mundo real, vida saudável, pratica de exercícios físicos e sono de qualidade.  A verdade é que a maioria das pessoas fica muito irritada quando fica sem acesso a internet. Por questões profissionais e lúdicas o aviso: “Não foi possível conectar-se à internet”.  É irritante, frustrante, depois de correr para desligar o modem, esperar alguns minutos e ligá-lo novamente, ler a mesma mensagem se torna ainda mais irritante, torna-se insuportável. Ligar para o provedor, reclamando. Aguardar até que a internet volte, ou melhor, que nosso computador volte a fazer parte da grande rede.  Verdade que há um exagero na tirinha, mas pode mesmo chegar o dia que restaram poucas pessoas nas praças e parques. Enquanto existirem os pombos, cães (que precisam ser adotados), as estátuas ou busto de ilustres pessoas que já se foram, as praças não ficaram sozinhas. 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Luzes? Quem Precisa Delas?

        Sem dúvida, a lâmpada elétrica doméstica trouxe um outro estilo de vida, a facilidade de deixar um ambiente iluminado, sem precisar usar vela ou lampião a gás, foi revolucionária. A maioria de nós que já nasceu iluminado, pelo menos eletricamente falando, nem damos tanta importância às lâmpadas. Apenas quando há um blackout ou ficamos sem luz por algum motivo, refletimos, no escuro ou à luz de velas, sobre a importância da eletricidade e da lâmpada. Há alguns anos, quando houve um blackout, vizinhos podiam ser vistos conversando, tentando entender quais estados tinham sido afetados, quanto tempo demoraria para a luz voltar. Podia-se até imaginar como era  em épocas remotas, somente com as velas e lampiões a gás. Devia ser uma penumbra onde a luz das velas e lampiões faziam as sombras dos objetos oscilarem, histórias eram contadas, as assombrações e lendas urbanas assustavam muito mais. Apesar dos “esforços” dos governantes, parece que eles nunca se esforçam o suficiente, em alguns lugares longínquos, a energia elétrica ainda não chegou. Até uma reportagem foi mostrada, onde, por uma ironia, um cabo de transmissão estava perto de algumas casas, mas não havia uma estação próxima para a luz ser distribuída para as residências. Pode ser que seja em poucos lugares, mas, para essas pessoas, "lampiões de gás" ainda não trouxeram saudades, pois ainda estão em pleno uso. A vela no candeeiro faz parte da rotina e do século ao qual essas pessoas ainda estão presas. O Governo Federal tem o Programa Luz para Todos, a Presidenta Dilma garantiu um desconto de 20% na tarifa elétrica, a nossa tarifa é uma das mais caras do mundo, estou ciente disso e dos esforços em nível federal. Mas, ainda precisa que o ditado: "O Sol nasce para todos", transforme-se em: "A luz elétrica é para todos acenderem e apagarem".  De fato, muitos pobres ascenderam para a chamada nova classe média, mas alguns ainda não ascenderam nem acenderam a luz. Provavelmente, essas pessoas nem saibam que foi o norte-americano, Thomas Edison, quem deu a lâmpada à luz, ou melhor, inventou a lâmpada elétrica incandescente, em 21 de outubro de 1879. Enquanto pessoas ainda não se beneficiaram do invento de Edison, a lâmpada incandescente deverá sair do mercado brasileiro até 2016, sendo substituída pela fluorescente, aliás, a maioria dos lares brasileiro já usa a lâmpada fluorescente que consome menos energia e dura muito mais, o que compensa o investimento. Nossa civilização já está muito acostumada com o conforto da luz elétrica e das lâmpadas, porém, em algumas situações de risco, como a mostrada na foto do post onde uma aranha enorme encontra-se no interruptor, poderemos abrir mão desse conforto dos tempos modernos, pelo menos até a aranha sair de lá, o que levá a outra preocupação: Para onde ele vai, depois que sair de lá?. A vela que só é lembrada quando a eletricidade acaba ou em manifestações religiosas, nesse caso da aranha, será muito bem-vinda. Realmente, é impressionante como podemos ficar sem toda nossa maravilhosa tecnologia, por um tempo claro, quando corremos algum risco, seria a mesma coisa, caso a aranha estivesse no teclado ou repousando em qualquer outro dispositivo móvel de última geração, nessa hora, não sabemos se são peçonhentas ou não, se inoculam veneno ou não, como não temos certeza, a menos que se seja um biólogo, o melhor e sair do local. Para aqueles que se acham espertos, tentando tirá-las do local com um graveto ou vassoura, melhor assistirem ao vídeo do Youtube onde uma aranha armadeira se sente encurralada no canto próximo ao teto, poderia ser chamada de aranha-canguro.  As armadeiras não têm esse nome a toa, saltam sobre as vítimas, armar o bote, faz muito sentido agora, armar e dar o bote não é só referente às cobras. Embora um dos significados de Web seja teia, mas, o tomamos mais com a grande rede ou a internet, as aranhas não evoluirão para a conexão sem fio, wi-fi, a aranha ainda depende que seus alimentos, seus dispositivos insetos destinados a sua alimentação, estejam ligados (grudados) na sua teia, com muitos fios claro. As aranhas não gostam de ser chamadas de insetos, pois pertencem à Ordem: Araneae; Classe: Arachnida. Elas são artrópodes. Caso o Raul Seixas visse essa aranha da foto, talvez, dissesse: “Rapaz, se alguém for picado por essa aranha, não pega o Trem das Sete, nem o Trem das Onze, nem volta para Jaçanã, precisa urgente correr para o Instituto Butantan”. Mas, acho que ainda assim, ele comporia o Rock das Aranhas. Eu quero aproveitar o post para falar de um assunto seríssimo que merece um registro, deve-se tomar todo o cuidado com a aranha armadeira (marrom), a picada dela, se não tratada a tempo, causa necrose no tecido, isso mesmo, o membro pode apodrecer, até podendo ser preciso amputá-lo. Não importa de qual aranha for a picada, deve-se ir urgentemente a um hospital.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Não Faço a Menor Ideia...

        Esse parece ser algum tipo de dinâmica, em algum tipo de palestra. Não creio que seja algum tipo de sociedade secreta. Poderia ser algum tipo de reunião motivacional de alguma empresa, enfim, são suposições. O que está claro é que existe um interlocutor, o gesto de fazer o formato de um coração com ambas as mãos está sendo repetido pela plateia, porém, há uma pessoa imitando o gesto, mas,  sem a mínima noção do que esteja fazendo, nem ao menos formou um coração, parece mais um triângulo mal-acabado. Ele parece não ter a menor noção do que está fazendo ali, nem se quer está olhando na direção do interlocutor.  Não está prestando a mínima atenção no que está sendo dito ou mostrado, seja lá qual for essa dinâmica, ela não surtiu quase nenhum efeito sobre ele, embora, esteja ali fisicamente, os pensamentos devem estar em algum outro lugar, bem distante.  Pode-se notar que há pessoas prestando atenção, mas não repetindo o gesto do coração. Parece mesmo que as pessoas mais efusivas e contagiadas,  pela oratória, estão mais perto do orador. A loira parece estar muito entusiasmada, não tenho receio de reproduzir o gesto.  Não existe ser humano que já não esteve em algum lugar, acontecimento, festa, evento, etc, que não pensou  ou  se sentiu, totalmente, um estranho no ninho. Realmente, esse cara que aparece na ampliação está noutro mundo, noutra dimensão, perdido nos pensamentos dele. O que deve ser curioso foi o que o motivou a estar ali, pelo menos em corpo físico. O impulso que o motivou a sair de casa e comparecer. Talvez, ele precisasse estar ali, profissionalmente, por vezes, precisamos comparecer a lugares que não estão em primeiro lugar na nossa lista de lugares que gostamos muito de estar.  Pode-se imaginar alguém perguntando: “Foi legal a palestra?”; “O que foi ensinado lá?”. Outra hipótese, é a pessoa estar com tantos problemas pessoais, problema é o que não falta na vida, que ela ligou o piloto automático, simplesmente.  Nesses momentos, o aqui e agora deixam de existir, os pensamentos vão em diversas direções, algumas vezes, entre o passado e suposições ou expectativas sobre o futuro, tal com pássaros pulando de galho em galho, onde cada galho é uma tentativa de solucionar o problema.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dia Dos Namorados, Jantar (Lanche) Romântico à Luz de Vela (Virtual)

        Uma sugestão para o dia dos namorados, jantar romântico à luz de velas, ou melhor, lanche rápido romântico à luz de uma vela virtual. Nesses dias de pressa, correria, onde nem sempre as pessoas podem se encontrar fisicamente em determinada data especial, quando podem, essa data especial não pode passar em brancas nuvens, de jeito algum. Mesmo que não seja um jantar romântico idealizado num restaurante requintado, a ideia é válida. Ao contrário dos sanduíches, a vela virtual não acaba, bem, acabará se a bateria do tablet descarregar.  A bateria sempre vai descarregar quando mais se precisa dela. Seja num restaurante vegetariano, com comida indiana, seja numa pizzaria ou mesmo pedindo uma pizza por telefone, o que realmente importa é a intenção.  O romantismo nunca acabará, ele só vai se adequando às novas tecnologias ou com uma nova roupagem tecnológica. Romantismo Fast Food Tablet combinado via celular ou por qualquer dispositivo móvel de última geração. Que o fogo da vela virtual seja infinito, enquanto dure a bateria...
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