Se há algo que os felinos acham irresistível é uma caixa de
papelão. Quem já teve ou tem gatos e gatas sabe bem dessa verdadeira paixão
internacional que eles têm por caixas de papelão. Digo internacional, porque
essa foto é de outro país, claro, e o gato usou toda sua flexibilidade para
caber dentro dela. Quando chegamos com uma caixa de papelão em casa, eles logo
vão examinar, entrar dentro, mexem nas abas com as patas, dão uma arranhada
dentro, para relaxar, tirar as camadas soltas das unhas (parecem que estão afiando as unhas) e deixar seu cheiro na
caixa. O mais incrível, não importa o
tamanho da caixa, eles vão tentar entrar nela. Eu tinha uma gata que tentou
entrar numa caixa bem pequena, quando viu que era impossível, ficou com as duas
patas dianteiras dentro da caixa e o corpo para fora. Esse gato ou gata da caixa está tirando a maior soneca, feliz da vida. Quando não estão tirando o maior cochilo
dentro da caixa, eles ficam sentados dentro dela, observando, sentem-se muito felizes com
uma caixa de papelão. Nem adianta
esquecer e colocar a caixa em cima do armário, eles vão subir lá para
inspecionar esse objeto tão importante
para eles, a caixa de papelão. O gato lembrou o programa compactador e descompactador
de arquivos, o WinRAR, assim que ele acordar da soneca vai se descompactar,
extrair para cat.rar. Os gatos são os mestres de Yoga da natureza, são
flexíveis, também lembram um lutador de Kung Fu, extremamente ágeis, nesse caso
seria estilo tigre, também têm uma paciência de monge, são capazes se ficar
horas esperando, quando percebem movimento de algum animal estranho. São perfeitos equilibristas, andando pelos muros mais finos. Os gatos
vêm com um sistema autolimpante, passam grande parte do tempo se limpando,
tomando banho de gato, com a própria língua. Eu sempre tive animais de
estimação, cães, gatos e eles têm, cada um a seu modo, seu jeito particular de
demonstrar o afeto pelos donos. Eles nos
animam quando estamos tristes, percebem que não estamos bem e nos confortam. A presença deles nos faz bem, dão-nos amor incondicional. Faz um tempo,
li um artigo dizendo que os animais de estimação fazem bem ao coração dos
donos. Para quem tem animal de estimação
isso não é nenhuma novidade.
terça-feira, 18 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
A Internet Voltou!
A internet caiu. A internet ainda não voltou. Eu caí de um
sala de bate papo etc. São expressões que, em geral, significam que nosso
computador, tablet, ultrabook, dispositivo móvel de última geração, estão sem
conexão com a internet. A internet não
vai embora, nem cai. O que pode haver são problemas com o servidor, provedor de acesso, problemas
técnicos regionais ou na área que a usamos. Há um tempo, vi uma definição que achei bem interessante,
era algo como: “A internet é a primeira máquina criada pelo ser humano que não
pode ser desligada”. Realmente, sendo
descentralizada, tal como foi concebida, quando ainda se chamava ARPAnet, em
1969, a bisavó da internet foi criada pelo departamento de defesa dos Estados
Unidos para se manter um meio de comunicação ou canal de comunicação funcional,
pelo menos tentar, depois de um possível ataque nuclear soviético. O estereótipo
do senhor sentando no banco da praça alimentando os pombos ou jogando dominó
não condiz mais com realidade. O número de internautas de todas as faixas
etárias só vem aumentando. As crianças
de hoje já nascem com um tablet na mão, só de pois de um tempo vão aprender
segurar uma lápis de cor ou canetinhas coloridas. A percepção do senhor da
praça só é tal como é, porque ele mesmo não está na internet, caso contrário,
ele não estaria ali para perceber que o parque voltou a ser bastante
frequentado. O moleque que correu até a o parque para dar a notícia que a
internet tinha voltando, mesmo sabendo onde o parque ficava, preferiu ficar em
casa esperando a internet voltar. Embora a tirinha seja tragicômica, ela
lança um questão: como conciliar nossa dependência profissional e de lazer ao
usar a internet com o mundo real, vida saudável, pratica de exercícios físicos
e sono de qualidade. A verdade é que a
maioria das pessoas fica muito irritada quando fica sem acesso a internet. Por
questões profissionais e lúdicas o aviso: “Não
foi possível conectar-se à internet”. É
irritante, frustrante, depois de correr para desligar o modem, esperar alguns
minutos e ligá-lo novamente, ler a mesma mensagem se torna ainda mais
irritante, torna-se insuportável. Ligar para o provedor, reclamando. Aguardar até que a internet
volte, ou melhor, que nosso computador volte a fazer parte da grande rede. Verdade que há um exagero na tirinha, mas
pode mesmo chegar o dia que restaram poucas pessoas nas praças e parques.
Enquanto existirem os pombos, cães (que precisam ser adotados), as estátuas ou
busto de ilustres pessoas que já se foram, as praças não ficaram sozinhas.
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Luzes? Quem Precisa Delas?
Sem dúvida, a lâmpada elétrica doméstica trouxe um outro
estilo de vida, a facilidade de deixar um ambiente iluminado, sem precisar usar
vela ou lampião a gás, foi revolucionária. A maioria de nós que já nasceu
iluminado, pelo menos eletricamente falando, nem damos tanta importância às
lâmpadas. Apenas quando há um blackout ou ficamos sem luz por algum motivo, refletimos,
no escuro ou à luz de velas, sobre a importância da eletricidade e da lâmpada. Há
alguns anos, quando houve um blackout, vizinhos podiam ser vistos conversando,
tentando entender quais estados tinham sido afetados, quanto tempo demoraria
para a luz voltar. Podia-se até imaginar
como era em épocas remotas, somente com
as velas e lampiões a gás. Devia ser uma penumbra onde a luz das velas e
lampiões faziam as sombras dos objetos oscilarem, histórias eram contadas, as assombrações e lendas urbanas assustavam muito
mais. Apesar dos “esforços” dos governantes, parece que eles nunca se esforçam
o suficiente, em alguns lugares longínquos, a energia elétrica ainda não
chegou. Até uma reportagem foi mostrada, onde, por uma ironia, um cabo de
transmissão estava perto de algumas casas, mas não havia uma estação próxima para a
luz ser distribuída para as residências. Pode ser que seja
em poucos lugares, mas, para essas pessoas, "lampiões de gás" ainda não trouxeram saudades, pois ainda estão em pleno uso. A vela no candeeiro
faz parte da rotina e do século ao qual essas pessoas ainda estão presas. O Governo Federal tem o Programa Luz para Todos, a Presidenta Dilma garantiu um desconto de 20% na tarifa elétrica, a nossa tarifa é uma das mais caras do mundo, estou ciente disso e dos esforços em nível federal. Mas, ainda precisa que o ditado: "O Sol nasce para todos", transforme-se em: "A luz elétrica é para todos acenderem e apagarem". De fato, muitos pobres ascenderam para a chamada nova classe média, mas alguns ainda não ascenderam nem acenderam a luz. Provavelmente, essas pessoas nem saibam que foi o norte-americano, Thomas Edison, quem deu a lâmpada à luz, ou
melhor, inventou a lâmpada elétrica incandescente, em 21 de outubro de 1879.
Enquanto pessoas ainda não se beneficiaram do invento de Edison, a lâmpada incandescente deverá sair do mercado brasileiro até 2016, sendo substituída
pela fluorescente, aliás, a maioria dos lares brasileiro já usa a lâmpada
fluorescente que consome menos energia e dura muito mais, o que compensa o
investimento. Nossa civilização já está muito acostumada com o conforto da luz
elétrica e das lâmpadas, porém, em algumas situações de risco, como a mostrada
na foto do post onde uma aranha enorme encontra-se no interruptor, poderemos
abrir mão desse conforto dos tempos modernos, pelo menos até a aranha sair de
lá, o que levá a outra preocupação: Para onde ele vai, depois que sair de lá?.
A vela que só é lembrada quando a eletricidade acaba ou em manifestações
religiosas, nesse caso da aranha, será muito bem-vinda. Realmente, é
impressionante como podemos ficar sem toda nossa maravilhosa tecnologia, por um
tempo claro, quando corremos algum risco, seria a mesma coisa, caso a aranha estivesse
no teclado ou repousando em qualquer outro dispositivo móvel de última geração,
nessa hora, não sabemos se são peçonhentas ou não, se inoculam veneno ou não,
como não temos certeza, a menos que se seja um biólogo, o melhor e sair do
local. Para aqueles que se acham espertos, tentando tirá-las do local com um
graveto ou vassoura, melhor assistirem ao vídeo do Youtube onde uma aranha
armadeira se sente encurralada no canto próximo ao teto, poderia ser
chamada de aranha-canguro. As
armadeiras não têm esse nome a toa, saltam sobre as vítimas, armar o bote, faz
muito sentido agora, armar e dar o bote não é só referente às cobras. Embora um dos significados de Web seja teia, mas, o tomamos
mais com a grande rede ou a internet, as aranhas não evoluirão para a
conexão sem fio, wi-fi, a aranha ainda depende que seus alimentos, seus dispositivos
insetos destinados a sua alimentação, estejam ligados (grudados) na sua teia,
com muitos fios claro. As aranhas não gostam de ser chamadas de insetos, pois
pertencem à Ordem: Araneae; Classe:
Arachnida. Elas são artrópodes. Caso o Raul Seixas visse essa aranha da foto,
talvez, dissesse: “Rapaz, se alguém for picado por essa aranha, não pega o Trem
das Sete, nem o Trem das Onze, nem volta
para Jaçanã, precisa urgente correr para o Instituto Butantan”. Mas, acho que ainda
assim, ele comporia o Rock das Aranhas. Eu quero aproveitar o post para falar de um assunto seríssimo que merece um registro, deve-se tomar todo o cuidado com a aranha armadeira (marrom), a picada dela, se não tratada a tempo, causa necrose no tecido, isso mesmo, o membro pode apodrecer, até podendo ser preciso amputá-lo. Não importa de qual aranha for a picada, deve-se ir urgentemente a um hospital.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Não Faço a Menor Ideia...
Esse parece ser algum tipo de dinâmica, em algum tipo de
palestra. Não creio que seja algum tipo de sociedade secreta. Poderia ser algum
tipo de reunião motivacional de alguma empresa, enfim, são suposições. O que
está claro é que existe um interlocutor, o gesto de fazer o formato de um
coração com ambas as mãos está sendo repetido pela plateia, porém, há uma
pessoa imitando o gesto, mas, sem a
mínima noção do que esteja fazendo, nem ao menos formou um coração, parece mais
um triângulo mal-acabado. Ele parece não ter a menor noção do que está fazendo
ali, nem se quer está olhando na direção do interlocutor. Não está prestando a mínima atenção no que
está sendo dito ou mostrado, seja lá qual for essa dinâmica, ela não surtiu
quase nenhum efeito sobre ele, embora, esteja ali fisicamente, os pensamentos
devem estar em algum outro lugar, bem distante.
Pode-se notar que há pessoas prestando atenção, mas não repetindo o
gesto do coração. Parece mesmo que as pessoas mais efusivas e contagiadas, pela oratória, estão mais perto do orador. A
loira parece estar muito entusiasmada, não tenho receio de reproduzir o gesto. Não existe ser humano que já não esteve em algum
lugar, acontecimento, festa, evento, etc, que não pensou ou se sentiu,
totalmente, um estranho no ninho. Realmente, esse cara que aparece na ampliação
está noutro mundo, noutra dimensão, perdido nos pensamentos dele. O que deve
ser curioso foi o que o motivou a estar ali, pelo menos em corpo físico. O impulso que o motivou a sair de casa e comparecer. Talvez,
ele precisasse estar ali, profissionalmente, por vezes, precisamos comparecer a
lugares que não estão em primeiro lugar na nossa lista de lugares que gostamos
muito de estar. Pode-se imaginar alguém
perguntando: “Foi legal a palestra?”; “O que foi ensinado lá?”. Outra hipótese,
é a pessoa estar com tantos problemas pessoais, problema é o que não falta na
vida, que ela ligou o piloto automático, simplesmente. Nesses momentos, o aqui e agora deixam de
existir, os pensamentos vão em diversas direções, algumas vezes, entre o passado e suposições ou expectativas sobre o futuro, tal com pássaros pulando de galho em
galho, onde cada galho é uma tentativa de solucionar o problema.
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entusiasmada,
estranho no ninho,
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problemas pessoais,
suposição
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Dia Dos Namorados, Jantar (Lanche) Romântico à Luz de Vela (Virtual)
Uma sugestão para o dia dos namorados, jantar romântico à
luz de velas, ou melhor, lanche rápido romântico à luz de uma vela virtual.
Nesses dias de pressa, correria, onde nem sempre as pessoas podem se encontrar
fisicamente em determinada data especial, quando podem, essa data especial não pode passar em brancas nuvens, de jeito algum. Mesmo que não seja um jantar romântico
idealizado num restaurante requintado, a ideia é válida. Ao contrário dos sanduíches, a vela virtual não acaba, bem, acabará se a
bateria do tablet descarregar. A bateria
sempre vai descarregar quando mais se precisa dela. Seja num restaurante
vegetariano, com comida indiana, seja numa pizzaria ou mesmo pedindo uma pizza
por telefone, o que realmente importa é a intenção. O romantismo nunca acabará, ele só vai se
adequando às novas tecnologias ou com uma nova roupagem tecnológica. Romantismo
Fast Food Tablet combinado via celular ou por qualquer dispositivo móvel de
última geração. Que o fogo da vela virtual seja infinito, enquanto dure a bateria...
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